O Brasil ocupa tradicionalmente a primeira tribuna na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A explicação para esse privilégio histórico não se baseia em normas escritas nos estatutos internacionais, mas sim em uma longa tradição construída ao longo dos anos pela diplomacia global.
Tradição diplomática secular
A resposta está menos em regras escritas e mais na tradição diplomática.
Embora o protocolo oficial da ONU não determine formalmente quem deve iniciar os discursos dos chefes de Estado, o costume consolidado garante que a delegação brasileira seja sempre a primeira a discursar no evento anual que reúne líderes do mundo todo em Nova York.
O papel do Brasil na ONU
Esse pioneirismo reforça a projeção histórica do país no cenário internacional e o seu engajamento contínuo com os debates multilaterais desde a fundação da organização.
