Uma resolução recém-publicada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) abriu caminho para a implementação de exames capazes de identificar substâncias psicoativas, a exemplo de maconha e cocaína, diretamente no organismo dos motoristas nas fiscalizações de trânsito.
Como vai funcionar a fiscalização do drogômetro
A nova medida regulamenta a utilização de tecnologias específicas nas abordagens de trânsito para ampliar o combate à direção sob o efeito de entorpecentes, seguindo diretrizes federais para aumentar a segurança nas rodovias e vias urbanas do país.
O impacto para quem faz uso de medicamentos
Com o anúncio da tecnologia, cresceu a preocupação entre condutores que fazem tratamento médico contínuo e dependem de medicamentos controlados sobre a possibilidade de falsos positivos nas abordagens.
A nova regulamentação detalha os procedimentos que os agentes de trânsito devem adotar durante as blitze e estabelece quais substâncias serão efetivamente monitoradas pelos novos equipamentos de triagem rápida.
As diretrizes do Contran buscam modernizar o arcabouço de fiscalização viária, alinhando o Brasil a padrões internacionais de controle de substâncias que comprometem os reflexos e a capacidade psicomotora ao volante.
