Fechar menu
  • Início
  • Arcos
    • Agora
  • Política
  • Policia
    • Internacional
  • Esportes
    • Entretenimento
  • Opinião
  • Contato
    • Política de Privacidade
    • Termos de Uso
O que há de novo

NOVA VIATURA PARA A POLÍCIA MILITAR DE ARCOS!

6 de novembro de 2026

Estudante sofre ataques racistas e sexuais após eleições em BH

5 de novembro de 2026

Paraguai decreta intervenção em banco gigante que atinge milhões

5 de novembro de 2026
  • Facebook
Compartilhe nas redes
  • Facebook
  • Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram
Conexão Arcos
Whatsapp
  • Início
  • Arcos
    • Agora
  • Política
  • Policia
    • Internacional
  • Esportes
    • Entretenimento
  • Opinião
  • Contato
    • Política de Privacidade
    • Termos de Uso
Conexão Arcos
Home » Acidente de Ayrton Senna não seria fatal em carro atual da F1, afirmam pilotos
Esportes

Acidente de Ayrton Senna não seria fatal em carro atual da F1, afirmam pilotos

adminPor admin29 de abril de 2024Atualizada:29 de abril de 2024Nenhum comentário6 minutos de leitura
Compartilhar
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest E-mail


Existem algumas hipóteses sobre o que causou o acidente fatal de Ayrton Senna no GP de San Marino de 1994. A mais aceita considera a quebra da barra de direção. Outros também apontam que um pneu estava danificado, e há quem acredite em falha humana.

Do que não se tem dúvida é que a F1 nunca mais foi a mesma depois daquele fim de semana, em que o austríaco Roland Ratzenberger também teve um acidente fatal.

Preterida durante décadas em prol do espetáculo, a segurança dos pilotos passou a ser prioridade para a FIA (Federação Internacional de Automobilismo), pressionada pelo clamor mundial após a perda de dois talentos, um deles um campeão histórico.

Pilotos que passaram pela categoria e outros que conhecem bem o mundo do automobilismo afirmam, de forma quase unânime, que Senna estaria vivo e sairia ileso do carro se seu veículo tivesse os recursos de segurança disponíveis atualmente na categoria.

O desenvolvimento do chassi, sobretudo da chamada célula de sobrevivência, seria a peça fundamental para preservar a vida do brasileiro. Parte central do carro onde o piloto fica sentado, a célula foi projetada para ser praticamente indestrutível, fabricada em fibra de carbono, com uma camada de kevlar, material altamente resistente ao calor e cinco vezes mais firme do que o aço.

Luciano Burti, que disputou duas temporadas na F1, considera-se prova viva dessa evolução. Em 2001, ele sofreu um grave acidente no GP da Bélgica, quando perdeu o controle do carro e bateu fortemente na barreira de pneus. Para ele, o acidente de Senna, tristemente, foi fundamental para salvá-lo anos depois.

“Eu bati a 270 km por hora no muro. Tive uma concussão cerebral e hemorragia cerebral, mas sobrevivi”, lembrou o ex-piloto em entrevista à Folha. “Mas eu tenho a consciência de que eu só sobrevivi, infelizmente, porque o Ayrton morreu lá no dia 1º de maio de 94.”

Hoje comentarista da TV Globo, Burti também é enfático ao afirmar que, “sim”, Senna estaria vivo se pilotasse um carro atual de F1. “Não vou nem falar 99% [de certeza]. É, sim, ele estaria vivo. Teria descido do carro sem um arranhão”, afirmou.

Segundo piloto brasileiro que mais disputou corridas na F1, com 269 provas de 2002 a 2017, Felipe Massa viu de perto boa parte do desenvolvimento das tecnologias de segurança da categoria.

Ao comparar os carros da década de 1990 com os que pilotou e com os atuais, ele cita como avanços os testes de impacto frontal e lateral, o halo (barra curva na frente do carro para proteger a cabeça do piloto) e o “hans” (dispositivo que protege a coluna cervical).

Em 2009, ele também foi pivô de uma evolução, depois de ter sobrevivido a um acidente nos treinos do GP da Hungria, quando uma mola que se soltou do carro de Rubens Barrichello atingiu seu capacete.

“Se meu acidente fosse hoje em dia, eu também desceria do carro sem nenhum problema, principalmente pela evolução dos capacetes”, disse o piloto, que perdeu o restante da temporada de 2009 e só voltou às pistas em 2010, quase oito meses depois do ocorrido, com uma nova mentalidade.

“Depois do meu acidente, eu sempre fui a favor de melhorar ainda mais a segurança”, declarou Massa.

Felipe Giaffone, piloto na Fórmula Indy por seis temporadas e de carreira vitoriosa na Fórmula Truck, vê a melhora nas condições dos circuitos como outro aspecto que teve um salto evolutivo.

As áreas de escape, por exemplo, foram ampliadas, e a maior parte delas, asfaltadas. Quando o piloto aciona os freios, o carro reduz bastante sua velocidade de impacto no “guardrail”. Bem mais do que nas caixas de brita.

Há em muitas curvas de maior risco a chamada “soft wall”, uma parede retrátil. E, diante de muitos “guardrails” ou muros fixos, existem estruturas projetadas para absorver parte da energia do choque.

“Atualmente, com as mesmas batidas, eu tenho certeza de que nenhum dos dois [Senna e Ratzenberger] teria morrido”, disse Giaffone, atualmente comentarista na Band. “Infelizmente, o Senna teve que pagar com a vida para ajudar a evoluir os carros e as pistas.”



A morte do Senna mudou o jeito que a FIA resolveu trabalhar para a segurança, e isso impactou todas as categorias. Com certeza, vários outros pilotos não morreram pelo legado que o Senna deixou

Ao contextualizar os meses que antecederam o acidente de Senna, é possível notar que o caminho atual vai na direção oposta ao adotado pela F1 até 1994.

Naquele ano, a FIA decidiu proibir auxílios eletrônicos nos carros, como controle de tração, suspensão ativa, controle de lançamento e freios ABS. Houve também uma mudança nos pneus, que deveriam ser mais estreitos, o que os deixava com menos aderência.

A ideia por trás de tudo isso era tornar as corridas mais emocionantes, mas, na prática, os carros passaram a ser mais difíceis de conduzir.

Evolução dos carros de F1

Williams de Ayrton Senna em 1994

Mercedes de Lewis Hamilton na temporada 2024 da F1

Williams pilotada por Ayrton Senna em 1994 e Mercedes pilotada por Lewis Hamilton atualmente na F1

O próprio Senna ficou surpreso com as mudanças, dizendo que a temporada seria de “muitos acidentes”. A segurança dos carros já era motivo de preocupação para ele desde o ano anterior, quando decidiu reatar sua amizade com o britânico Jackie Stewart, com quem havia se chateado por causa de uma entrevista.

A ideia do brasileiro era, com o apoio do Stewart, exercer na F1 uma voz mais ativa em questões que envolviam a proteção durante as corridas, como o também tricampeão fez nos anos 1970. “Infelizmente, ele não pôde se beneficiar dessa busca por melhoras em segurança”, lamentou Jackie, anos depois.

Na véspera de seu acidente fatal, Senna ficou perturbado com a morte de Ratzenberger. Abalado, buscou conforto no professor Sid Watkins, chefe da equipe médica de pista da F1. Enquanto Senna chorava, eles tiveram uma troca de palavras que Watkins registrou em seu livro “Life at the Limit” (“A Vida no Limite”).

“O que mais você precisa fazer? Você foi campeão mundial três vezes, obviamente é o piloto mais rápido. Levante-se e vamos pescar”, disse o professor, vendo o brasileiro aos prantos.

Senna respondeu: “Sid, há certas coisas sobre as quais não temos controle. Não posso desistir, tenho que continuar”.

Foi o último diálogo entre eles antes da morte do brasileiro no dia seguinte.



Source link

Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Whatsapp Reddit Tumblr E-mail
admin
  • Local na rede Internet

Related Posts

Arcos Esporte Clube será fundado nesta sexta-feira e promete fortalecer o futebol no município

23 de outubro de 2026

LIADE retoma atividades após regularização de repasses para o esporte em Arcos

21 de outubro de 2026

FIM DAS BETS: CLUBES PODEM PERDER R$ 1 BILHÃO EM PATROCÍNIOS, E O FUTEBOL BRASILEIRO TEM O PLANEJAMENTO AMEAÇADO

29 de setembro de 2026

Deixe uma resposta Cancelar resposta

Logo
Temperatura em Arcos
Escolhas dos editores
Últimas postagens

Assine para atualizações

Receba as últimas notícias esportivas sobre futebol, futebol e tênis.

Anúncio
Monitore todos os mercados no TradingView
Arcos e Região

NOVA VIATURA PARA A POLÍCIA MILITAR DE ARCOS!

6 de novembro de 2026

Imóvel inventariado como patrimônio cultural sofreu intervenção em outubro de 2024; Ministério Público abriu investigação, mas o desfecho do caso ainda precisa ser esclarecido.

4 de novembro de 2026

Vídeo: “Onde está a saúde maravilhosa de Arcos?”: depoimento de Sergio Garibaldi expõe dificuldades no atendimento municipal

3 de novembro de 2026

Comunidades dos Varões e do Barreiro estão há mais de 24 horas sem energia elétrica após chuva

1 de novembro de 2026

Vídeos: A cada chuva, o medo aumenta: moradores do Bairro Brasília cobram solução da Prefeitura para alagamentos.

31 de outubro de 2026
Desenvolvimento Marcelo Ribeiro – 37 99827 1145

 

Assine para atualizações

Receba as últimas notícias criativas sobre arte, design e negócios.

Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Contato
© 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.