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Home » Tarifaço de Donald Trump ameaça metade das micro e pequenas indústrias brasileiras
Economia

Tarifaço de Donald Trump ameaça metade das micro e pequenas indústrias brasileiras

Marcelo RibeiroPor Marcelo Ribeiro31 de julho de 2025Atualizada:31 de julho de 2025Nenhum comentário4 minutos de leitura
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As micro e pequenas indústrias, setor produtivo fundamental para a economia brasileira e que engloba áreas estratégicas e diversificadas, como os segmentos alimentício, metal-mecânico e do comércio, também serão afetadas pelo tarifaço imposto por Donald Trump aos produtos nacionais. Nessa quarta-feira (30), o presidente norte-americano assinou o decreto confirmando a sobretaxa, que passa a vigorar no dia 6 de agosto. O tarifaço chega com um “listão” que exclui 694 produtos brasileiros, como suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes, celulose e aeronaves civis.

Segundo o presidente do Sindicato da Micro e Pequena Indústria (SIMPI Nacional), Joseph Couri, estudos preliminares da entidade estimam que 40% a 50% das empresas do setor foram contempladas com a isenção. O dirigente recebeu a confirmação da sobretaxa com um misto de alívio e preocupação.

“Você tem um cenário aliviado para esse grupo, mas terrível para a outra metade que sofrerá a tarifa de 50%. O mais grave disso tudo é que está cada vez mais nítido que (a medida) é tudo menos uma questão tarifária, e essa é uma arena onde os cenários estão cada vez mais tensos”, avalia o presidente do SIMPI.

Joseph Couri também critica as motivações de Donald Trump para a implementação da nova política tarifária. Na avaliação do dirigente, o presidente norte-americano adotou uma postura antidemocrática ao vincular o tarifaço à exigência de que o Executivo brasileiro interferisse no Poder Judiciário. Trump alegou que o Supremo Tribunal Federal (STF) estaria perseguindo Jair Bolsonaro, censurando empresas norte-americanas e comprometendo a liberdade de expressão.

“Isso só existe em ditaduras. Assistimos a torcida de algumas pessoas pela calamidade empresarial no Brasil e isso é inaceitável. Por trás disso, existem interesses econômicos fortíssimos. Em uma decisão como essa, a primeira coisa que some é a verdade. Nos últimos 15 anos, os EUA são superavitários nas relações com o Brasil”, ressalta Joseph Couri.

Consequências para as MPEs

Dos 10 maiores itens de exportação, entre os quais estão petróleo bruto, café, aeronaves, carne bovina, suco de laranja, ferro fundido e celulose, entre outros, todos têm a participação das as micros e pequenas indústrias. Ainda que elas representem cerca de 1% das exportações diretas brasileiras aos EUA, o percentual também está ameaçado pelo tarifaço.

“Trata-se de um setor extremamente sensível às variações externas. Os contratos podem ser redirecionados a outros países com taxas mais competitivas, e isso afeta toda a cadeia de produção nacional, já que muitas MPEs fornecem para grandes indústrias”, afirma Couri.

Além da queda nas exportações para o mercado norte-americano, o presidente do SIMPI elenca a perda de emprego e de poder aquisitivo como duas graves consequências da nova política tarifária norte-americana: “Vai afetar completamente a sociedade brasileira”.

Como o mercado pode reagir?

Como resposta imediata ao tarifaço, o Sindicato da Micro e Pequena Indústria (SIMPI) recomenda ações estratégias de contenção e reposicionamento às empresas. Negociação direta com o cliente internacional, para revisão temporária de condições de pagamento, prazos e quantidades, evitando cancelamentos abruptos; e exploração de mercados alternativos na América Latina, África e Ásia, com base em acordos bilaterais e menor barreira tarifária estão entre as orientações.

Valorizar acordos regionais, como o Mercosul, e adaptar a produção para o mercado interno, inclusive por meio de parcerias com e-commerces, marketplaces e redes varejistas que buscam fornecedores locais diante da alta do dólar, também podem ser bons caminhos em tempos de crise.

“O empresário que cruzar os braços pode perder clientes, pedidos e relevância no mercado internacional. Não se trata apenas de esperar ou torcer por uma solução diplomática. É hora de negociar com seus compradores, revisar cláusulas contratuais, buscar novos destinos comerciais e pensar em parcerias locais para manter o fluxo de produção”, observa Joseph Couri, presidente do SIMPI.

Fonte: Bruno Mateus-O Tempo

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