Serginho Garibaldi publicou um novo vídeo nas redes sociais para contestar a resposta da Secretaria Municipal de Saúde de Arcos aos questionamentos apresentados em uma gravação anterior. No pronunciamento, ele afirma que a manifestação da pasta não esclareceu os pontos levantados e voltou a cobrar explicações da administração municipal.
Durante o vídeo, Serginho critica a postura do prefeito Dr. Wellington e utiliza a expressão “Dr. Quiabo” para se referir ao chefe do Executivo, alegando que ele não responde diretamente às perguntas e prefere apresentar explicações que, na avaliação do autor da denúncia, não esclarecem os problemas. Segundo Serginho, a Secretaria de Saúde estaria adotando a mesma postura.
Espera após hemodiálise
Um dos pontos centrais do novo pronunciamento é o transporte de pacientes que realizam sessões de hemodiálise.
Serginho relata que, em diversas ocasiões, precisou aguardar mais de duas horas após o término do procedimento para conseguir retornar para casa. Segundo ele, a situação também teria atingido outros pacientes que dependem do mesmo serviço de transporte.
O relato levanta questionamentos sobre a organização da logística de transporte dos pacientes, especialmente considerando as condições de quem acaba de passar por um procedimento de hemodiálise e precisa aguardar por um período prolongado.
Desafio para debate ao vivo
Ao final do vídeo, Serginho lança um desafio público ao prefeito Dr. Wellington e à secretária municipal de Saúde, Aline Arantes: participar de um debate ao vivo pela Rádio Cidade.
A proposta, segundo ele, seria permitir que os questionamentos fossem apresentados diretamente aos responsáveis pela administração municipal, com oportunidade para que ambos apresentassem suas justificativas e esclarecimentos.
A iniciativa coloca novamente em evidência a discussão sobre a qualidade do atendimento oferecido aos pacientes que dependem do transporte municipal para realizar tratamentos de saúde.
O Conexão Arcos considera importante que os questionamentos sejam esclarecidos publicamente. A Prefeitura e a Secretaria Municipal de Saúde devem ter espaço para apresentar sua versão sobre os relatos, explicar os critérios utilizados na organização do transporte e informar quais providências foram adotadas para evitar esperas prolongadas após os procedimentos.
